O médico avalia o local e a duração da dor, sintomas urinários, episódios anteriores, infecções, medicamentos utilizados e demais condições clínicas de cada paciente.
Dr. Allan Bedetti – Urologista em Pouso Alegre
O cálculo pode permanecer no rim ou deslocar-se para o ureter, provocando dor intensa e outros sintomas.
O tratamento depende do tamanho, da localização, da presença de obstrução ou infecção, do funcionamento dos rins e das condições de cada paciente.
QUANDO SUSPEITAR DE CÁLCULO URINÁRIO
Alguns cálculos permanecem sem sintomas. Quando se deslocam ou bloqueiam a passagem da urina, podem provocar:
A intensidade da dor, isoladamente, não informa o tamanho da pedra nem permite saber se existe obstrução. A avaliação clínica e os exames são necessários para definir a situação.
COMPREENDER PARA PLANEJAR
Após a identificação de um cálculo renal, nem sempre é necessária uma cirurgia. O urologista considera os sintomas, os resultados dos exames e as condições clínicas do paciente para definir se é possível acompanhar o quadro ou se há necessidade de intervenção.
Após o diagnóstico, os próximos passos podem incluir:
A conduta é individualizada, buscando a segurança do paciente e a preservação da função renal. Quando há obstrução associada à infecção, é necessária avaliação urgente.
LOCALIZAR O CÁLCULO E AVALIAR O RIM
O médico avalia o local e a duração da dor, sintomas urinários, episódios anteriores, infecções, medicamentos utilizados e demais condições clínicas de cada paciente.
Os exames de urina podem identificar sangue, cristais, sinais de infecção e outras alterações importantes para compreender o quadro e planejar a investigação clínica.
Exames de sangue podem avaliar a função dos seus rins, identificar sinais de infecção e investigar fatores metabólicos relacionados à formação dos cálculos urinários.
Ultrassom ou tomografia já podem mostrar o local, o tamanho e a quantidade de cálculos, além de sinais de obstrução. A escolha depende da situação clínica individual.
Além de confirmar a pedra, a investigação procura responder se a passagem da urina está comprometida e se existe risco de complicação.
NEM TODA PEDRA NO RIM EXIGE O MESMO CAMINHO
Dois pacientes com pedras de tamanho semelhante podem precisar de condutas diferentes. A imagem precisa ser interpretada em conjunto com os sintomas e os exames laboratoriais.
DO ACOMPANHAMENTO AOS PROCEDIMENTOS
Cálculos com chance de eliminação podem ser acompanhados com medicação e reavaliações, desde que não haja infecção, obstrução importante ou risco para o rim.
Ondas de choque podem fragmentar alguns cálculos para facilitar sua eliminação pela urina. A indicação depende do tamanho, da localização, da anatomia e da composição provável.
Um instrumento fino é conduzido pelas vias urinárias até o cálculo. A pedra pode ser retirada ou fragmentada, frequentemente com utilização de energia a laser, quando indicada.
Um pequeno acesso pelas costas permite alcançar o rim e retirar ou fragmentar cálculos, a técnica costuma ser considerada em pedras maiores ou de maior complexidade cirúrgica.
Quando há obstrução associada a infecção ou outra condição de risco, pode ser necessário drenar a urina para proteger o rim antes do tratamento definitivo e seguro do cálculo.
A palavra “cirurgia” reúne técnicas diferentes. O procedimento é escolhido conforme a localização e a complexidade da pedra nos rins, e não por uma preferência única.
ENTENDER POR QUE A PEDRA SE FORMOU
Depois do episódio agudo, alguns pacientes precisam de investigação para identificar fatores relacionados à formação dos cálculos.
Essa avaliação pode incluir:
A ingestão de líquidos, as mudanças alimentares e o uso de medicamentos dependem do tipo de cálculo, dos exames e das condições clínicas. Pessoas com restrição hídrica devem seguir orientação específica.
ATENDIMENTO EM CÁLCULO RENAL
O Dr. Allan Bedetti realiza avaliação e tratamento de cálculos urinários, desde a análise de episódios de cólica renal até a definição de acompanhamento ou procedimento.
Na consulta, o paciente pode compreender:
Não. Alguns cálculos permanecem assintomáticos. A dor costuma ocorrer quando a pedra se desloca ou bloqueia a passagem da urina.
Não necessariamente. Cálculos pequenos também podem causar dor intensa, especialmente ao passar pelo ureter.
Pode indicar infecção associada à obstrução e exige avaliação urgente. Não aguarde uma consulta eletiva nesse cenário.
Forçar grande quantidade de líquido durante dor intensa ou obstrução pode não ser adequado. A orientação deve considerar o quadro clínico, especialmente se houver vômitos, infecção ou dificuldade para urinar.
Não. Alguns podem ser eliminados espontaneamente ou apenas acompanhados. Outros exigem procedimento por causa do tamanho, localização, obstrução, infecção ou persistência dos sintomas.
É um procedimento realizado pelas vias urinárias com um instrumento fino, utilizado para visualizar e tratar cálculos no ureter ou no rim.
O laser pode fragmentar o cálculo em partes menores, que são retiradas ou eliminadas posteriormente. A técnica depende do procedimento indicado.
Existe possibilidade de recorrência. A avaliação do tipo de cálculo e dos fatores metabólicos ajuda a orientar medidas preventivas.
Não faça restrições por conta própria. A prevenção depende da composição do cálculo e do perfil metabólico, e reduzir cálcio de forma inadequada pode não ser benéfico.
O agendamento é realizado pelo WhatsApp. As consultas acontecem na Clínica Civiale, em Pouso Alegre.
AVALIAÇÃO UROLÓGICA
Endereço
Rua José da Costa Paiva, 85
Jardim Guanabara
Pouso Alegre — MG
CEP 37.554-114
Dr. Allan Bedetti
Dr. Allan Bedetti é médico urologista em Pouso Alegre, com atuação em Urologia Oncológica e cirurgia minimamente invasiva. Seu trabalho contempla a investigação e o tratamento de condições que podem afetar a próstata, os rins e a bexiga, incluindo câncer de próstata e outros tumores urológicos. Possui formação em cirurgia robótica e realiza atendimentos na Clínica Civiale.
ACESSO RÁPIDO
© 2026 Dr. Allan Bedetti. Todos os direitos reservados.
Desenvolvido por Folk Digital